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Brasil: historiador nega existência da Escola de Sagres

galeao Depois de ler a notícia e investigar algo sobre o tema só posso dizer que é brilhante! Um trabalho objectivo e sem segundas intenções! Nadinha! Sinceramente… o seu conteúdo pretende comparar-se ao negacionismo do holocausto. Só serve os propósitos de ganhar créditos do autor junto da populaça (facturar $$) e reforçar a já banal anedota/vítima que Portugal representa na sociedade brasileira, que provavelmente vai associar todas as péssimas práticas (sodomia, trabalho infantil, violações, etc.), de há 500 anos atrás, ao Portugal dos nossos dias.

É tudo uma parvoíce! Só gostava de saber o porquê deste esforço imenso de descontextualização! Porquê tanto desprezo e azedúme em desenterrar e escrever de forma tão colorida, sobre essas coisas horríveis, à luz dos nosso dias, e óbvias para a sua época?! Parece-me que o autor parte de um posição de preconceito e por ela deixa-se levar. É irresponsável e prejudicial às relações bilaterais (qs inexistentes) e respeito cultural mútuo ! Não existe ninguém vivo desse tempo, nem tetranetos! Pois já lá vão quase 200 anos e parece que ainda não arranjaram outra desculpa ou perdão para algo de há séculos atrás! É um cliché! Esgotadíssimo! O autor que se dedique à ficção, pois demonstra criatividade suficiente. Ou então dedique-se a outros trabalhos académicos úteis, como por exemplo, explicar o facto do Brasil ter recursos para ser um país riquíssimo e no entanto ainda ter a sua população na mais injusta miséria e sujeita a elevados níveis de violência! Ou espera lá? Será que a culpa também é dos Portugueses? Só pode! Haja bom senso.

Quanto à existência ou não desta escola, posso dizer que a ausência de prova não é prova de ausência! Podemos também estar perante um significado mais generalista (tal como a palavra universidade). E por fim, se há coisa que os Portugueses sempre tentaram fazer, foi guardar bem os seus segredos! Só assim é que um pequeno país como o nosso, conseguiu manter durante séculos um razoável império. À conta de todo esse secretismo (necessário devido à espionagem), ainda  hoje não somos reconhecidos em algumas descobertas, como por exemplo da Austrália, recentemente comprovada como tendo ocorrido uns bons 200 anos antes de Cook. Mas ainda estão e continuarão por reescrever os livros de história nesse país… deixo isto aos historiadores para que esclareçam, cheguem a consensos e defendam a verdade!

Posted on February 8th, 2009 in portuguese, thoughts | No Comments »

Navio português encontrado na Namíbia não vai voltar para Portugal

shipwreck_480 A bala de canhão que provocou este afundamento, ocorrido à tantos séculos, ainda comete estragos e afunda ainda hoje, mais um pouco da nossa nação, da nossa cultura e da nossa história. Caso se tratasse de um navio inglês, holandês ou espanhol, a história seria sem dúvida outra. Há bastantes casos em tribunal (actuais) interpostos pelos Governos dos países originários das embarcações, e já muitos foram ganhos! Mas Portugal não tem força diplomática nem para enfrentar uma Namíbia! – que é nada mais do que uma pálida amostra de país, pejado de corrupção e miséria e que não ratifica nada que não seja no seu interesse. Mas para não me chamarem de mentiroso, como é normal e até gratuito! Pesquisem pelo “Nuestra Senora de las Mercedes”, o “Bonanza”, o “Rooswijk”, o “Nuestra Señora de Aranzazu”, o “San Cristobal”, o “Lutine”,..

Portugal, se fosse uma marca já estava falida há muito! Porque não há qualquer incentivo ao sentimento de identidade! Ninguém se mobiliza pelo que realmente importa e nos distingue neste mundo, e que é a nossa história, a nossa cultura e os nossos valores! Infelizmente, neste país, quem tiver um pouco de respeito e interesse à sua cultura e história, é apelidado estupidamente de fascista e skinhead. Ainda que grande parte do povão exiba bandeiras podres ao vento nos seus beirais, por amor à treta do futebol!  E isto ao mesmo tempo que, em conversas de café, dizem preferir ser espanhóis. Deprimente!

Posted on October 10th, 2008 in portuguese, thoughts | No Comments »